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Quais são os 2 principais tipos de hipnose e suas características?

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Quais são os 2 principais tipos de hipnose e suas características?
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Muitos acreditam que a hipnose é um estado semelhante ao do sono induzido por algo ou alguém. Porém, esse conceito já foi desmitificado. O que acontece na verdade é que, de forma oposta ao sono, a pessoa nesse estado mantém o grau de consciência com atividades cerebrais riquíssimas e amplificadas.

A hipnose é a condução de uma atenção focada apenas na em alguma voz ou movimento. Onde a técnica para alcançar esse estado se utiliza do estafamento mental para provocar uma gatilho que dá acesso ao subconsciente. Um vez que esse gatilho, chamado transe, é ativado, ele provoca uma redução no senso crítico e tornando quem o alcança mais suscetível à sugestões externas.

Entendendo mais sobre os usos e tipos hipnose

O uso da hipnose para fins terapêuticos ficou conhecido como hipnoterapia, e consiste em induzir o paciente a esse estado. Uma vez alcançado, o estado de transe é guiado pelo hipnólogo com sugestões relacionadas ao problema em questão.

Então se o sujeito estiver buscando a hipnose para ter hábitos mais saudáveis, por exemplo, uma sugestão dada poderia ser a de que alimentos não saudáveis passariam a produzir e intensificar uma sensação de enjoo. Porém esse é só um exemplo prático, na verdade só paciente e terapeuta conseguem identificar qual o melhor jeito de alcançar resultados.

E se engana quem pensa que o paciente fica inconsciente durante o processo! Na verdade a hipnose, como qualquer outra terapia é um trabalho mútuo entre paciente e terapeuta.

O hipnólogo, por meio de técnicas específicas, pode ajudar a construir a autoestima, modificar problemas comportamentais, eliminar medos, fobias e ansiedade, tratar a depressão e aumentar a concentração, por exemplo. O tratamento é feito por meio de comandos que ficam gravados no subconsciente do paciente e difere de acordo com os tipos de hipnose existentes.

Para conhecer os principais tipos de hipnose e saber mais sobre suas características e abordagens, confira este post!

LEIA:  Hipnose no Brasil: Legislação e diretrizes

A Hipnose Clássica de Dave Elman

Dave Elman é conhecido como o pai da hipnose médica, além de ser o autor de obras importantes que servem de referência para o desenvolvimento da técnica, como Hypnotherapy, lançado em 1970.

Nesta abordagem, o hipnólogo aplica uma técnica de relaxamento muscular e mental em seu paciente para induzi-lo a um estado de transe visualmente parecido com o do sono. Normalmente esse processo é feito em um grupo muscular de cada vez, sendo os das pálpebras primeiro, seguidos pelos músculos maiores como o do braço e depois um relaxamento mental.

Principais Características

Tendo um estilo rápido, as técnicas de indução através dos ensinamentos de Elman levam em torno de 6 à 10 minutos para guiar o paciente até o estado sonambúlico. Impessoal e impositiva, a hipnose clássica traz a ideia central de que a mente atende a todas as ordens sobre como proceder em variadas situações.

As induções clássicas realmente tendem a um tom de comando. Produzindo a sensação de controle do hipnoterapeuta sobre o sujeito para as pessoas em geral.

Para determinar se o processo irá ocorrer como esperado são feitos testes com o paciente. Eles buscam verificar o grau de suscetibilidade e definir as sugestões que trariam melhores resultados. Afinal as pessoas são diferentes e suas formas de imaginar seguem melhor estímulos variados. Pode ser que alguém responda melhor à uma tentativa de cola hipnótica através da sugestão de uma supercola do que de um ferro fundido, por exemplo.

Problemáticas da Hipnose Clássica

Pessoas determinadas e focadas na lógica podem comprometer o processo porque costumam resistir as imposições. Isso não significa que elas sejam mais inteligentes ou mentalmente mais fortes. O que realmente atrapalha a hipnose clássica é a sensação de descontrole.

É muito comum que as pessoas tenham medo de hipnose justamente por causa desse mito do controle do hipnoterapeuta. As pessoas têm medo de transe! Embora hipnose não apresente perigo nenhum porque é apenas comunicação e atenção focada.

Não é atoa que esse medo tenha sido construído no imaginário das pessoas, a hipnose clássica costuma dar sugestões como: “Agora você vai fazer x” ou “quanto eu tocar seu ombro você vai agir de x forma”. Mas isso não significa que seja controle, é só ação e reação à comunicação.

LEIA:  Como Aprender Hipnose

Mas existem outros processos também. Para relaxar a mente, o hipnoterapeuta também pode pedir a seu paciente para contar de 100 até 1, inspirando e expirando profundamente, por exemplo. Você já deve ter visto isso em algum seriado Médico, não? Foi exatamente da técnica de Elman que esse costume surgiu.

A Hipnose Ericksoniana de Milton H. Erickson

Outra possibilidade para conseguir acessar níveis mais profundos de consciência é por meio da imaginação do paciente, o que permite que vários fenômenos hipnóticos aconteçam. Quando o paciente se encontra completamente em transe, é possível sugestionar conselhos, visto que a hipnose altera a percepção e deixa o paciente mais aberto a novas ideias.

A Hipnose Ericksoniana foi desenvolvida pelo psiquiatra Milton Erickson, profissional especializado em terapia familiar. Graças a ele foi possível revolucionar os tratamentos hipnóticos, pois seu modelo, diferentemente dos outros da época, proporcionava uma maior interação entre o terapeuta e o paciente.

As principais característcas da Hipnose Clínica

O método é personalizado, ou seja, respeita as características individuais de seus pacientes. Característca que proporciona um maior foco na resolução de problemas trazidos pelo sujeito. Segundo Erickson, os próprios pacientes são responsáveis por sua cura, sempre considerando que “não há pacientes resistentes, e sim maus terapeutas”.

Desse modo, o papel do hipnoterapeuta nessa abordagem é instruir o paciente para que ele entre em profunda concentração, a fim de colocá-lo em contato consigo mesmo. A ideia é usar os recursos de seu próprio subconsciente para tratar o que tem causado aflição.

Através dessa abordagem que a hipnose foi difundida para a área de psicologia. Por isso não é atoa que hoje ela seja conhecida como hipnose clínica. Os psicólogos começaram a compreender que estabelecer uma comunicação através da hipnose potencializada o acesso ao interior daquele paciente. Permitindo que a hipnose funcionasse como um catalizador nos atendimentos.

Problemáticas da Hipnose Ericksoniana

O fato da hipnose ericksoniana ter se difundido principalmente entre psicólogos não significa que hipnose clássica não possa ser utilizada em ambiente clínicos. Muito pelo contrário, Dave Elman foi o primeiro hipnólogo a conduzir a hipnose para a medicina em geral.

Acontece que sua metodologia tem mais serventia em áreas cirurgias por não necessitar de tanto feedback do paciente e assim conseguir atingir níveis de transe mais profundos.

LEIA:  O Que é PNL e Como Podemos Usá-la para Melhorar Nossa Vida?

As principais críticas à hipnose ericksoniana são relacionadas ao ritmo lento que ela traz. Isso não é um problema do paciente em si mas sim uma dificuldade do hipnoterapeuta. O que acontece é que existem hipnoterapeutas não treinados que não conseguem manter um ritmo de atenção focada quem elas é baseada em sugestões de relaxamento.

Isso tanto dá a sensação de sonolência no paciente quanto prejudica a ferramenta porque atrapalha a sensação de poder de transformação. Afinal hipnólogos mal treinados não sustentam a sensação de transe com essas sugestões.

Porém há quem prefira esse modelo por se parecer mais com um atendimento comum de psicologia. Mais baseado em perguntas e respostas do que em ações e reações. Assim, a Hipnose Ericksoniana tem sido de grande valia para pacientes que desejam alcançar um maior nível de autoconhecimento e autocontrole. Além disso, é uma maneira natural e não invasiva de cura.

Como me especializar nessa técnicas?

Se você já está inserido no mundo da hipnose com certeza já baseou uma das suas induções das técnicas dessas grandes mestres. E, hoje em dia, esses dois tipos de hipnose estão tão misturados que pode ser que você sinta uma necessidade de ter mais embasamento teórico.

É importante saber como os teóricos aplicavam as técnicas e porque faziam isso. Só assim você vai conseguir dar o próximo nível para atingir o seu próprio estilo de hipnotizar!

Ambos os tipos de hipnose são opções de tratamento interessantes, e que cada técnica deve ser utilizada respeitando a individualidade do paciente. Além disso, é possível associar ambas para a obtenção de uma abordagem mais completa ou adaptada à determinada situação.

Por isso que a MasterClass As Melhores Práticas de Elman e Erickson pode te ajudar muito! Confere o material incrível do nosso instrutor Alberto Dell’Isola aprofundando as bases e origens da hipnose!

Gostou de saber um pouco mais sobre os dois principais tipos de hipnose? Compartilhe esse post com seus amigos! Caso tenha alguma dúvida ou sugestão, escreva um comentário para a gente.

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