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Estudo sugere que mulheres se beneficiam mais da Meditação Mindfulness do que homens

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Estudo sugere que mulheres se beneficiam mais da Meditação Mindfulness do que homens
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Um estudo da Universidade Brown revelou que a meditação Mindfulness, na qual os praticantes se concentram em estar conscientes no momento presente sem julgamento, pode trazer mais benefícios para as mulheres, pelo menos em ambiente universitário.

O estudo analisou 77 estudantes de graduação que faziam um curso de 12 semanas sobre Mindfulness que contou com 30 minutos de meditação, três vezes por semana. Comparadas aos homens, as mulheres apresentaram maior redução de afetos negativos (incluindo emoções como culpa ou irritabilidade) e maior aumento da atenção plena e autocompaixão. Além disso, para as mulheres, a diminuição nos afetos negativos foi significativamente correlacionada com a melhoria na atenção plena e na autocompaixão.

Em contrapartida, a melhoria na atenção plena e na autocompaixão dos homens não se correlacionou com a melhoria nos afetos negativos, de forma geral (à medida que os afetos negativos melhoravam para os homens, essas mudanças foram correlacionadas com a capacidade de identificar, descrever e diferenciar as emoções). Mas isso não significa que a meditação Mindfulness não seja benéfica para os homens, segundo o coautor do estudo, Rahil Rojiani, pós-graduado na Brown e estudante de Medicina em Yale.

“Muitos dados (anedóticos e empíricos) ainda mostram o quanto a meditação é útil e benéfica para os homens, por isso nosso estudo precisa ser visto dentro de um contexto mais amplo”, conta. “Apesar de a média de afetos negativos dos homens não tenha melhorado, muitos homens experimentaram melhora (enquanto mulheres, não). Observar apenas as médias nos faz ignorar as diferenças individuais”.

O que pode explicar a diferença de gênero

No entanto, Rojiani acha que faz sentido que a meditação Mindfulness, que é uma prática com foco no interior para aumentar a consciência das emoções e pensamentos sem julgamento, seja mais benéfica para a maioria das mulheres.

“Muitas pesquisas mostram que as mulheres tendem a refletir e ruminar pensamentos como resposta ao estresse, e os homens tendem a se distrair. Isso se manifesta em doenças mentais, com as mulheres tendo maiores taxas de ansiedade e depressão, enquanto os homens têm maiores taxas de transtornos de conduta e de uso de substâncias”, explica, observando que gênero não é binário e isso, provavelmente, tem a ver com masculinidade socializada versus feminilidade socializada (por exemplo, meninos são orientados a brincar do lado de fora ou jogar videogames para lidar com o estresse, enquanto as meninas são instruídas a escrever em um diário ou falar com um amigo). “Em nosso estudo, a melhora das mulheres nos afetos negativos foi correlacionada às habilidades de não julgamento, não reatividade e autocompaixão. Uma interpretação disso é: a atenção plena pode ajudar as mulheres a diminuir emoções negativas, porque permite que elas não se fixem ou reajam de forma exagerada a sentimentos negativos. Ao invés disso, elas conseguem ser menos críticas e mais compassivas consigo mesmas, o que evita que sentimentos negativos tomem dimensões desproporcionais”.

A conclusão

Em vez de concentrar-se demais em questionar se a meditação Mindfulness é “melhor” para as mulheres, Rojiani acredita que uma das principais descobertas do estudo seja a importância de se adaptar as intervenções aos diferentes grupos de pessoas. Por exemplo, para qualquer pessoa que se identifique mais com a masculinidade e prefira métodos mais ativos de processar o estresse, ele sugere que uma atividade mais ativa como o Tai Chi ou o ioga possa ser mais benéfica do que a meditação.

“Acho que a principal conclusão do nosso estudo é a importância da diversidade. Diferenças individuais afetam a nossa resposta a intervenções, e precisamos entender isso melhor para oferecer o melhor atendimento a pessoas de todos os gêneros, identidades e origens”, completa.

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Esse texto representa um material didático que tem como único objetivo levar informação a possíveis formadores de opinião e responsáveis pela saúde mental e física das pessoas. Comportamentos prejudiciais como esse são assuntos de saúde pública e devem ser tratados como tal, com a seriedade necessária para que consigam ser identificados por pessoas capacitadas. Se você está precisando de ajuda ou se conhece alguém que queira ajudar, procure um profissional qualificado em sua região. Em caso de urgência e risco de vida, o Centro de Valorização da Vida (CVV) fornece atendimentos rápidos pelo site www.cvv.org.br e telefone, discando 141. Buscar ajuda é sempre a melhor opção.

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